Nasceu no dia 9 de Janeiro de 1897 e era um conhecido poeta. O seu pai era o Grão-Duque Paulo que se casou com a sua mãe sem a autorização do Czar depois de a sua primeira esposa, a Princesa Alexandra da Grécia, morrer ao dar à luz o meio-irmão de Vladimir, Dmitri que foi um dos assassinos de Rasputine e, por isso, nasceu sem qualquer título. No entanto, à medida que os pretendentes ao trono iam morrendo, o pai de Vladimir aproximava-se, por isso o Czar Nicolau II elevou-o a Conde em 1904 e, finalmente, a Príncipe em 1915.
Vladimir tinha dois meios-irmãos do primeiro casamento do pai (Maria Pavlovna e Dmitri Pavlovich) e três do primeiro casamento da mãe (Alexandre, Olga e Mariana von Pistohlkors). Além dos meios-irmãos tinha duas irmãs biológicas chamadas Irina e Natália Pavlovna.
Passou a sua infância em Paris e mais tarde frequentou a mesma academia militar dos primos Constantinovich em São Petersburgo. Lutou pelo lado russo na Primeira Guerra Mundial e foi condecorado com a Ordem de Santa Ana pelos seus esforços.
Desde a adolescência, Vladimir mostrou um grande talento para a poesia e publicou dois livros com os seus poemas em 1916 e em 1918 além de várias peças e ensaios. Também foi ele que traduziu a peça do Grão-Duque Constantino Constantinovich, “O Rei dos Judeus” para francês.
No Verão de 1917 ele e a sua família foram condenados a prisão domiciliária devido a um poema que ele tinha escrito sobre o chefe do Governo Provisório, Alexandre Kerensky. Em Março de 1918 foi preso pelos bolcheviques e enviado para exílio com os seus primos. O seu pai foi preso em São Petersburgo.
(Source: romanov.blogs.sapo.pt)
God is in Every Place and Thing…
God is in every place and thing,
Not only in our lucky star,
Not only in the fragrant flower,
Not just in joys sweet dreams bring,
But also in the darkness of poverty,
The sightless terror of our vanity,
In hurtful things, where light is not,
In things to bear which is our lot…
God’s in the tears of our pain,
The wordless sorrow of goodbyes,
The faithless seekings of our brain,
In suffering itself is God.
It is through life upon this sod,
That we must reach the unknown land,
Where the crimson trails of nails
Lord Christ will touch the wounds of man.
And that is why all flesh must die,
And why God is in all that is.
by Prince Vladimir Paley